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Há uma fúria silenciosa que me quer dominar;
Há uma vibrante melancolia que me fascina;
Há um desejo permanente de abandonar
A linha das convenções.

É o abismo da ponte que me chama;
É o combóio veloz que me suga a alma;
É a recta e é a curva que me desafiam.
E se eu saltar; e se eu me atirar; e se eu trambolhar?

Que liberdade alcançarei!
Que vórtice me encherá!
Que estrondo me despertará!

Comentários

Amita disse…
O caminho que percorremos é feito de escolhos e desafios. Há que saber vencê-los com determinação e um sorriso, como o Miguel o fazia.
Um bjo
Espero que não te importes que tenha levado mais um poema teu. Algum inconveniente diz, que será de imediato retirado.

Um abraço e bom fim de semana ;)